… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

21 de novembro


William MacDonald
Um dia de cada vez
21 de novembro
“Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos Céus, e na Terra, e debaixo da Terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.” (Fl 2:10-11, ARC, Pt)

Que espectáculo será aquele! Todo o joelho no Universo dobrando-se ante o Nome sagrado de Jesus! Toda a língua confessando que Ele é Senhor! Deus decretou-o e certamente assim acontecerá.

Isto não é a salvação universal. Paulo não sugere aqui que todos os seres criados acolherão no fim a Cristo como seu Senhor vivo e amante. Pelo contrário, está dizendo que aqueles que se negam a fazer a grande confissão nesta vida serão obrigados a fazê-la na vindoura. Todos os seres criados reconhecerão a verdade a respeito de Jesus Cristo. Haverá uma submissão universal.

Numa das suas mensagens, Jesus é o Senhor, John Stott dizia: «Durante a coroação da Sua Majestade, a Rainha de Inglaterra, na Abadia de Westminster, um dos momentos mais comovedores era quando a coroa estava quase a ser colocada sobre a sua cabeça, e o Arcebispo de Canterbury, o cidadão principal do país, exclamava quatro vezes para cada um dos quatro pontos cardeais na Abadia, norte, sul, este e oeste: ‘Senhores, apresento-lhes a que é sem lugar a dúvidas, a Rainha destes domínios. Estão dispostos a render-lhe homenagem?’ E não era senão até quando uma grande exclamação afirmativa trovejava quatro vezes no interior da Abadia do Westminster que a coroa era colocada sobre a sua cabeça».

Seguidamente John Stott acrescentou: «Hoje digo-vos, senhoras e cavalheiros: 'Apresento-vos a Jesus Cristo como Aquele que é sem lugar a dúvidas, Rei e Senhor. Estão dispostos a render-Lhe homenagem?'»

Esta pergunta insistente ressoa através dos séculos. Muitos exclamam forte e afirmativamente: “Jesus Cristo é o nosso Senhor.” Mas, outros reagem desafiantes: “Não queremos que este reine sobre nós.” Um dia os punhos apertados serão forçados a afrouxar-se e os joelhos, erguidos até agora, dobrar-se-ão ante Aquele cujo Nome é sobre todo o Nome. A tragédia é que então será muito tarde. O dia da graça de Deus terá terminado. A oportunidade de confiar no Salvador dos pecadores terá passado. Aquele cujo senhorio foi desdenhado será então o Juiz, sentado sobre um grande Trono Branco.

Se Ele não é ainda o teu Senhor, confessa-O como tal. Dispõe-te já a render-Lhe homenagem!


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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