… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

21 de novembro


Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest
21 de novembro “ESTÁ CONSUMADO!”

“Tendo [Eu] consumado a obra que Me deste a fazer.” (Jo 17:4, ARC, Pt)

A morte de Jesus Cristo é o perfeito cumprimento na história da mente e intenção de Deus. Não há lugar para ver Jesus Cristo como um mártir. A Sua morte não foi algo que aconteceu por acaso com Ele, algo que poderia ter sido evitado. A Sua morte foi a verdadeira razão porque Ele veio.

Nunca fundamentes o teu caso em relação ao perdão na ideia de que Deus é nosso Pai e que Ele nos vai perdoar, porque Ele nos ama. Isso contradiz a verdade revelada de Deus em Jesus Cristo. Isso torna a Cruz desnecessária, e a redenção “muito barulho para nada.” Deus perdoa o pecado somente por causa da morte de Cristo. Deus não podia perdoar as pessoas de nenhuma outra maneira, senão pela morte de Seu Filho, e Jesus é exaltado como Salvador por causa da Sua morte. “Vemos, porém, coroado de glória e de honra, aquele Jesus … por causa da paixão da morte” (Hb 2:9, ARC, Pt). A maior nota de triunfo que alguma vez soou aos ouvidos de um universo sobressaltado foi a que soou na Cruz de Cristo, “Está consumado.” (Jo 19:30, ARC, Pt). Esta é a palavra final na redenção da humanidade.

Qualquer coisa que diminua ou oblitere completamente a santidade de Deus, devido a uma falsa visão do Seu amor, contradiz a verdade de Deus conforme foi revelada por Jesus Cristo. Nunca permitas a ti mesmo crer que Jesus Cristo está connosco, e por piedade e compaixão, contra Deus, ou que Ele Se tornou maldição por nós, devido à Sua simpatia por nós. Jesus Cristo tornou-Se maldição por nós, por decreto divino. A nossa parte na compreensão do tremendo significado da Sua maldição é a convicção do pecado. Convicção que nos é dada como um presente de vergonha e arrependimento, é a grande misericórdia de Deus. Jesus Cristo odeia o pecado nas pessoas, e o Calvário é a medida do Seu ódio.

 

Tradução de Carlos António da Rocha


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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

 

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