… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

24 de novembro

C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
24 de novembro
“Não reprovará perpetuamente, nem para sempre reterá a Sua ira.” (Sl 103:9, ARC, Pt)


Deus reprovar-nos-á algumas vezes, de contrário não seria um Pai sábio para filhos tão pobres e extraviados como nós. A Sua reprovação causa sofrimento aos corações sinceros, porque eles sentem, então, quão profundamente O têm ofendido e quão dignos são do Seu desagrado. Nós sabemos o que significa a Sua reprovação, e dobrar-nos-emos ante a Sua vontade, lamentando o facto de havermos atraído a Sua ira.



Mas, que consolo encontramos nestas linhas! Ele não reprovará “perpetuamente.” Se nos arrependermos e nos voltamos para Ele com corações quebrantados pelo pecado, decididos a deixarmos o pecado, Ele sorrir-nos-á imediatamente. Não é do Seu agrado olhar com ira para aqueles que Ele ama de todo o Seu coração: é Seu prazer que o nosso júbilo seja pleno.



Vinde, busquemos o Seu rosto, sem desespero ou desalento. Amemos o Deus que nos censura, e depressa cantaremos: “A Tua ira se retirou, e Tu me consolas.” Afastai-vos, tristes presságios, que sois corvos que perturbais a minha alma! Entrai vós, alegres pombas, esperanças luminosas, recordações gratas! O Juiz que nos perdoou noutro tempo, é agora o Pai que nos perdoará, de novo, e nós regozijar-nos-emos no Seu terno e inalterável amor.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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