… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

25 de novembro

Aos Pés Do Mestre
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras de
C. H. Spurgeon
25 de novembro – UM TESTEMUNHO PESSOAL

“Uma coisa sei.” (Jo, ARC, Pt)

Em algumas ocasiões os homens céticos afligir-te-ão com os seus conhecimentos. Conversa com eles, mas fá-lo com a segurança de que o teu conhecimento é melhor do que o deles. Não tentes enfrentá-los no seu próprio terreno, enfrenta-os com este conhecimento. “Bem”, poderás dizer, “sei que tens mais conhecimento que eu; sou um pobre cristão ignorante, mas tenho algo aqui que responde a todos os teus argumentos, quaisquer que eles possam ser. Não sei o que diz a geologia; quiçá não saiba muito de história, talvez não compreenda todas as coisas estranhas que se vêem na atualidade, mas uma coisa sei -e é algo do que estou convencido – e é que, havendo eu sido cego, agora vejo.” Depois explica a diferença que obrou em ti o Evangelho, diz-lhes que num tempo passado quando lias a Bíblia, a consideravas um livro tolo e imprestável, que quando pensavas na oração, a vias como algo inútil. Diz-lhes que agora a Bíblia é para ti como um favo repleto de mel e que a oração é o teu alento de vida. Diz-lhes que outrora tentaste fugir de Deus e não podias ver a excelência do caráter divino, mas agora estás lutando e esforçando-te por te acercares cada vez mais a Deus. Diz-lhes que outrora desprezaste a cruz de Cristo e pensaste que só por má vontade irias até ela, mas que agora a amas e sacrificarias tudo o que tens e até a tua própria vida por ela. E esta mudança radical na tua consciência, esta obra sobrenatural que se há levado a cabo no mais profundo do teu espírito, capacitar-te-á para rebater qualquer argumento da ciência. O teu único argumento vencerá os milhares deles, se podes dizer: “havendo eu sido cego, agora vejo.”


A Bíblia, do princípio ao fim, num ano: Ez 1-4



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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