… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 26 de novembro de 2016

26 de novembro


Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest
26 de novembro O PONTO FULCRAL DO PODER ESPIRITUAL

“… A não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo ...” (Gl 6:14, ARC, Pt)

Se tu queres conhecer o poder de Deus (isto é, a vida de Jesus ressuscitado) na tua carne mortal, deves meditar muito na tragédia de Deus. Deixa o teu interesse pessoal que tens na tua própria condição espiritual, e com um espírito completamente aberto considera a tragédia de Deus. Instantaneamente o poder de Deus está em ti. “Olhai para Mim …” (Isaías 45:22). Presta atenção à Fonte externa e o poder interior estará lá. Nós perdemos o poder, porque não nos focamos na coisa certa. O efeito da Cruz é a salvação, santificação, cura, etc., mas não devemos pregar a nenhuma destas. Temos de pregar a “Jesus Cristo, e Este crucificado” (I Coríntios 2:2). A proclamação de Jesus fará o seu próprio trabalho. Na tua pregação concentra-te no que é o ponto fulcral para Deus, e mesmo que os teus ouvintes pareçam não te dar nenhuma atenção, nunca eles poderão ser os mesmos, depois. Se eu comunico as minhas próprias palavras, estas não têm mais importância para ti, do que as tuas palavras têm para mim. Mas se nós compartilhamos a verdade de Deus uns com os outros, iremos encontrá-la muitas vezes. Temos de nos concentrar no grande ponto de poder espiritual— a Cruz. Se permanecermos em contato com esse centro de poder, a energia dele é libertada nas nossas vidas. Nos movimentos de santidade e em reuniões de vivência espiritual, o foco tende a ser colocado não na Cruz de Cristo, mas sobre os efeitos da Cruz.

A debilidade da igreja está sendo criticada atualmente, e a crítica é justificada. Uma das razões desta fraqueza é que não tem havido esta focagem no verdadeiro centro de poder espiritual. Nós não temos meditado o suficiente na tragédia do Calvário ou sobre o significado da redenção.

 

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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