… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

28 de novembro

Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest
28 de novembro AS RIQUEZAS DO INDIGENTE

“… Sendo justificados gratuitamente, pela Sua graça …” (Rm 3: 24, ARC, Pt)

O evangelho da graça de Deus desperta um anelo ardente nas almas humanas e igualmente um ressentimento intenso, porque a verdade que ele revela não é agradável ou fácil de engolir. Há um certo orgulho nas pessoas que faz com que elas dêem e dêem, mas acercar-se e aceitar um presente é outra coisa. Eu darei a minha vida para o martírio, vou dedicar a minha vida ao serviço— farei qualquer coisa. Mas que eu não seja humilhado até ao nível do pecador mais merecedor do inferno e que me digam que tudo o que tenho a fazer é aceitar a dádiva da salvação por meio de Jesus Cristo.

Temos de compreender que não podemos ganhar ou merecer qualquer coisa de Deus através de nossos próprios esforços. Devemos ou recebê-la como um presente ou ficamos sem ela. A maior bênção espiritual que recebemos é quando chegamos ao conhecimento de que somos indigentes. Até que cheguemos lá, o nosso Senhor é impotente. Ele não pode fazer nada por nós enquanto nós pensarmos que somos auto-suficientes. Temos de entrar no Seu reino através da porta da indigência. Enquanto somos “ricos”, particularmente nas áreas do orgulho ou da independência, Deus não pode fazer nada por nós. É só quando temos fome espiritual que recebemos o Espírito Santo. O dom da natureza essencial de Deus é colocado e efetivado em nós pelo Espírito Santo. Ele dá-nos a vida vivificante de Jesus, tornando-nos verdadeiramente vivos. Ele toma “o além” que estava fora do nosso alcance e coloca-o “dentro” de nós. E, imediatamente, uma vez que “o além” veio para “dentro” de nós, ele sobe para “o alto”, e nós somos levantados para dentro do reino onde Jesus vive e reina (ver João 3:5).

 

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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