… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 29 de novembro de 2016

29 de novembro


Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest
29 de novembro A SUPREMACIA DE JESUS CRISTO

“Ele Me glorificará...” (Jo 16:14, ARC, Pt)

Os atuais movimentos de santidade nada têm da dura realidade do Novo Testamento. Não há nada neles que precise da morte de Jesus Cristo. Tudo o que é necessário é uma atmosfera piedosa, oração e devoção. Este tipo de experiência não é sobrenatural, nem miraculosa. Não custou o sofrimento de Deus, nem é manchado com “o sangue do Cordeiro” (Apocalipse 12:11). Não está marcado ou selado pelo Espírito Santo como sendo verdadeiro, e não tem nenhum sinal visível que leve as pessoas a exclamar com reverência e admiração, “Essa é a obra de Deus Omnipotente!” Também o Novo Testamento se ocupa da obra de Deus e de nada mais.

O modelo da experiência cristã do Novo Testamento é a de uma devoção pessoal, apaixonada pela Pessoa de Jesus Cristo. Todos os outros tipos da assim chamada experiência cristã estão separados da Pessoa de Jesus. Não há neles a regeneração— não há o nascer de novo para o reino em que Cristo vive e reina supremo. Há apenas a ideia de que Ele é o nosso modelo. No Novo Testamento, Jesus Cristo é o Salvador muito antes dEle ser o modelo. Hoje Ele está sendo retratado como pessoa decorativa de uma religião que, ocupando lugar de relevo, não exerce de facto o poder— um mero exemplo. Ele é isso, mas Ele é infinitamente mais. Ele é a própria salvação; Ele é o Evangelho de Deus!



Jesus disse, “… quando vier aquele Espírito de verdade,… Ele Me glorificará…” (João 16:13-14). Quando eu mesmo me comprometo com a verdade revelada do Novo Testamento, recebo de Deus o dom do Espírito Santo, que então começa a interpretar para mim o que Jesus fez. O Espírito de Deus faz interiormente em mim tudo o que Jesus Cristo fez por mim externamente.



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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