… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

9 de novembro

C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
9 de novembro
“Saberão, porém, que Eu, o SENHOR seu Deus, estou com elas, e que elas são o Meu povo, a casa de Israel, diz o Senhor DEUS.” (Ez 34:30, ARC, Pt)

O facto de sermos o povo de Deus é uma coisa excelente, mas é uma bênção consoladora sabermos que o somos. Uma coisa é esperar que Deus esteja connosco, outra é sabê-Lo presente. A fé salva-nos, mas a certeza satisfaz-nos. Aceitamos Deus como nosso Deus quando cremos nEle, porém temos gozo quando sabemos que Ele é nosso e que nós somos Seus. Nenhum crente deve considerar-se satisfeito com uma vaga esperança, mas deve pedir ao Senhor que o guie à plena certeza, para que os assuntos de fé venham a ser coisas certas.

Então é quando nós desfrutamos as bênçãos do Pacto e vemos o Senhor Jesus como uma “plantação de renome” levantado em nosso favor, que nós chegamos ao conhecimento claro da graça de Deus para connosco. Aprendemos que somos o povo do Senhor, não pela Lei, mas pela Graça. Voltemos sempre o nosso olhar na direcção da Graça imerecida. A segurança da fé nunca pode vir pelas obras da Lei. É uma virtude evangélica que se nos pode tornar acessível, somente, mediante o Evangelho. Não olhemos para dentro de nós próprios. Olhemos apenas para o Senhor. Vendo a Jesus, veremos a nossa salvação.

Senhor, manda-nos uma tão alta maré do Teu amor que sejamos levados para além da lama da dúvida e do receio!


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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