… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 26 de novembro de 2016

26 de novembro


C. H. Spurgeon

Leituras Vespertinas

26 de novembro
“Esse se alegrará, vendo o prumo na mão de Zorobabel.” (Zc 4:10, ARC, Pt)

Coisas pequenas marcam o princípio da obra na mão de Zorobabel, mas nenhuma delas deve ser desprezada, pois o Senhor levantou um que perseverará até que arranque a pedra angular com aclamações. O prumo estava em boas mãos. Aqui está o consolo de cada crente no Senhor Jesus. Não importa que a obra de graça seja sempre tão pequena nos seus princípios. O prumo está em boas mãos. Um mestre de obras maior do que Salomão empreendeu a edificação do templo celestial e Ele não fracassará nem Se desanimará até que o mais elevado pináculo seja acabado. Se o prumo estivesse na mão de um ser meramente humano, poderíamos temer pelo edifício, mas o gozo do Senhor prosperará nas mãos de Jesus. As obras não prosseguiram irregularmente e sem cuidado, porquanto a mão do construtor maneja uma boa ferramenta. Se as muralhas tivessem sido edificadas sem a devida direção teriam estado desalinhadas da linha perpendicular, mas o prumo foi usado pelo fiscal escolhido. Jesus está sempre vigiando a ereção do Seu templo espiritual para que ele seja edificado com segurança e bem. Nós optamos pela precipitação, Jesus opta pela prudência. Ele usará o prumo, e o que está desalinhado tem de ser derrubado. Daqui o insucesso de muitas obras lisonjeiras, a ruína de muitas profissões brilhantes. Não nos corresponde julgar a Igreja do Senhor, pois que Jesus tem uma mão firme e uma boa vista, e pode usar bem o prumo. Não nos regozijamos nós por vermos que o julgamento Lhe foi confiado a Ele?

O prumo estava em atividade, usá-lo estava na mão do construtor; um indício seguro de que ele tem a intenção de prosseguir a obra até ao seu acabamento. Oh, Senhor Jesus, como nos alegraríamos, de facto, se pudéssemos ver-Te na Tua grande obra! Oh Sião, a formosa, os teus muros estão ainda em ruína! Levante-Te, glorioso Construtor, e faz com que as suas desolações se regozijem na Tua vinda.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Tenho deixado os meus leitores desfrutarem das publicações inéditas que vou apensando diariamente no meu blogue. Casualmente verifiquei que as Meditações Matutinas e Vespertinas de C. H. Spurgeon que eu traduzi estão publicadas quase ipsis verbis no Brasil, sem indicação do autor, ao preço de R$45,00 e em Portugal a €19,99 EUR!!!
Que roubalheira!!!
Isto dói e não é sério nem cristão.
Carlos

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