… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 19 de novembro de 2016

19 de novembro

Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest
19 de novembro “QUANDO ELE VIER
“E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado...” (Jo 16:8, ARC, Pt)

Muito poucos de nós sabe qualquer coisa acerca da convicção do pecado. Nós conhecemos a experiência de ser perturbado, porque nós temos feito coisas erradas. Mas, a convicção do pecado conforme o Espírito Santo obscurece cada relacionamento na terra e torna-nos cientes de apenas um relacionamento “Contra Ti, contra Ti somente, pequei …” (Salmo 51:4). Quando uma pessoa é convencida de que é culpada pelo pecado, desta forma, ela sabe com cada partícula da sua consciência de que Deus não se atreveria a perdoá-la. Se Deus fizesse por perdoar-lhe, então essa pessoa teria tido um forte senso da justiça, do que de Deus. Deus perdoa, mas isso custou-Lhe a rotura do Seu coração, com o sofrimento profundo na morte de Cristo, para capacitá-Lo a fazer isso. O grande milagre da graça de Deus é que Ele perdoa o pecado, e é apenas a morte de Jesus Cristo, que capacita a natureza divina a perdoar e a continuar a ser fiel a Si mesma obrando desta maneira. É tolice néscia dizer que Deus nos perdoa porque Ele é amor. Uma vez que tenhamos sido convencidos de que somos culpados de pecado, nunca iremos dizer isso de novo. O amor de Deus significa Calvário— nada menos! O amor de Deus é explicado nos mínimos pormenores na Cruz e em nenhum outro lugar. A única base para que Deus me possa perdoar é a Cruz de Cristo. É aí que a Sua consciência é satisfeita.

O perdão não significa apenas que estou salvo do Inferno e fui preparado para o Céu (ninguém iria aceitar o perdão nesse nível). O perdão significa que estou perdoado passando para um relacionamento criado de modo novo que me identifica com Deus, em Cristo. O milagre da redenção é que Deus me leva a mim, um ímpio, para o Seu nível, o Santo. Ele faz isso colocando em mim uma nova natureza, a natureza de Jesus Cristo.


Tradução de Carlos António da Rocha


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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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