… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

26 de dezembro

Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
26 de dezembro “Andai na Luz”

“Se andarmos na luz, como ele na luz está … o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.” (1Jo 1:7, ARC, Pt)

É um grande erro confundir a liberdade do pecado somente no nível consciente das nossas vidas com a libertação completa do pecado pela expiação através da Cruz de Cristo. Ninguém sabe o que é pecado completamente, até que nasça de novo. Pecado é o que Jesus Cristo enfrentou no Calvário. A prova de que eu estou liberto do pecado é porque eu conheço em mim, a verdadeira natureza do pecado. Para que uma pessoa realmente saiba o que é o pecado, necessita da obra completa e do toque profundo da expiação de Jesus Cristo, isto é, da comunicação da Sua perfeição absoluta.

O Espírito Santo aplica-nos ou administra-nos a obra da expiação tanto na profunda esfera inconsciente, como também na esfera consciente. E é só quando nós realmente percebemos o poder incomparável do Espírito em nós que compreendemos, o significado de I João 1:7, que diz: “... o sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, nos purifica de todo o pecado.” Este versículo não se refere apenas ao pecado consciente, mas também à compreensão tremendamente profunda do pecado que somente o Espírito Santo pode realizar em mim.

Eu devo “ andar na luz, como Ele na luz está ...”— Não na luz da minha própria consciência, mas na luz de Deus. Se eu ando nela, sem reter ou ocultar nada, então a mim, me é revelada esta maravilhosa verdade. “… O sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, [me] purifica de todo o pecado”, por conseguinte, o Deus Todo-Poderoso nada de repreensível pode ver em mim. No nível consciente isto produz um conhecimento agudo e doloroso do que é verdadeiramente o pecado. O amor de Deus que opera em mim faz-me odiar, com o mesmo ódio do Espírito Santo pelo pecado, tudo o que não está de harmonia com a santidade de Deus. “Andar na luz” significa que tudo o que está em trevas, na realidade, me guia para mais perto do centro da luz.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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