… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

27 de dezembro



Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
27 de dezembro Onde se ganha ou se perde a batalha

“Se voltares, ó Israel, diz o Senhor ...” (Jr 4:1, ARC, Pt)

As nossas batalhas são ganhas ou perdidas nos lugares secretos da nossa vontade, primeiramente, na presença de Deus, nunca em plena vista do mundo. O Espírito de Deus apodera-Se de mim e eu sou obrigado a ficar a sós com Deus e a travar a batalha diante dEle. Até que eu faça isso, perderei todas as vezes. A batalha pode levar um minuto ou um ano, mas isso dependerá de mim, não de Deus. Todavia, por muito tempo que ela leve, eu tenho de lutar com ela sozinho diante de Deus, e eu tenho de me decidir passar pelo inferno da renúncia ou da rejeição, diante dEle. Coisa nenhuma tem qualquer poder sobre alguém que travou a batalha diante de Deus e aí venceu.

Eu nunca deveria dizer: “Eu vou esperar até que me cheguem circunstâncias difíceis, e então eu porei Deus à prova.” Tentar fazer isso não funcionará. Eu devo primeiro procurar resolver o problema entre Deus e eu próprio nos lugares secretos da minha alma, onde ninguém mais pode interferir. Então, posso ir em frente, sabendo, com certeza, que a batalha está ganha. Perde-a nesse ponto, e a calamidade, o desastre e a derrota diante do mundo são tão certos como as leis de Deus. A razão pela qual perco a batalha é porque eu tento vencê-la em primeiro lugar no mundo exterior. Fica a sós com Deus, luta diante dEle, e aí resolve o assunto, de uma vez por todas.

Ao lidar com outras pessoas, a nossa postura deve ser sempre guiá-las para que exerçam a sua vontade para decidir. É assim como começa a submissão a Deus. Poucas vezes, mas de vez em quando, Deus conduz-nos a um grande momento decisivo— a uma grande encruzilhada na nossa vida. A partir desse ponto, ou vamos em direção a uma vida cristã cada vez mais enfadonha, preguiçoso e inútil, ou nós nos tornamos mais e mais fervorosos, dando o máximo de nós pelo supremo poder dEle— o melhor de nós para a Sua glória.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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