… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

28 de dezembro



Oswald Chambers
My Utmost for His Highest

28 de dezembro A contínua conversão

“… Se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus.” (Mt 18:3, ARC, Pt)

Estas palavras do nosso Senhor referem-se à nossa conversão inicial, mas devemos continuar a dirigir-nos a Deus como crianças, sendo continuamente transformados em cada dia das nossas vidas. Se nós confiamos nas nossas próprias capacidades, em vez de confiamos em Deus, acarretaremos as consequências pelas quais Deus nos responsabilizará. Quando Deus através da Sua soberania nos conduz a novas situações, devemos certificar-nos imediatamente de que a nossa vida natural se submete ao espiritual, obedecendo às ordens do Espírito de Deus. Apenas porque temos respondido corretamente no passado não é garantia de que vamos fazê-lo de novo. A resposta do natural ao espiritual deve ser de contínua conversão, mas é aí onde nós tantas vezes nos recusamos a ser obedientes. Não importa qual é a nossa situação, o Espírito de Deus permanece sem modificação e a Sua salvação sem alteração. Porém nós devemos revestir-nos “do novo homem...” (Efésios 4:24). Deus tem-nos por responsáveis sempre que nos recusamos a converter-nos, e Ele vê a nossa recusa como desobediência obstinada. A nossa vida natural não deve governar— Deus deve reinar em nós.

O recusar a conversão contínua é uma pedra de tropeço no desenvolvimento da nossa vida espiritual. Existem áreas de obstinação nas nossas vidas onde o nosso orgulho derrama desobediência sobre o trono de Deus e diz: “Eu não quero submeter-me.” Nós deificamos a nossa independência e a nossa teimosia e chamá-las pelo nome errado. Àquilo que Deus vê como uma debilidade obstinada, nós chamamos uma fortaleza. Existem áreas inteiras das nossas vidas que ainda não foram submetidas (a Deus), e isso só pode ser feito por esta contínua conversão. Lentamente, mas, com toda a certeza, podemos reclamar todo esse território em prol do Espírito de Deus.

  
Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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