… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 3 de dezembro de 2016

3 de dezembro


William MacDonald
Um dia de cada vez
3 de dezembro
Aquele que já nos perseguiu anuncia, agora, a fé que antes destruía.” (Gl 1:23, RC, Pt)

Depois que se converteu Saulo de Tarso, as Igrejas da Judeia ouviram que este grande perseguidor da fé cristã se tornou um ardente pregador e defensor da fé. Isto veio a ser uma mudança notável. Em tempos mais recentes, houve incidentes espectaculares onde os homens mudaram radicalmente de modo similar ao de Paulo.

Lorde Littleton e Gilbert West decidiram em comum derrubar a fé daqueles que defendiam a Bíblia. Littleton refutaria os dados da conversão de Saulo, enquanto que West provaria de maneira contundente que a ressurreição de Cristo era tão somente um mito. Ambos reconheceram que não sabiam muito da história bíblica, mas decidiram: “Vamos ser honestos, devemos ao menos estudar a evidência.” Frequentemente conversavam durante o seu trabalho sobre os temas que traziam entre mãos. Numa destas conversações Littleton abriu o coração ao seu amigo e confessou-lhe que começava a sentir que “havia algo nos relatos.” O amigo replicou-lhe que tinha sido sacudido pelos resultados do seu estudo. Finalmente, terminaram de escrever os livros, reuniram-se os dois autores e acharam que cada um deles, em lugar de escreverem contra o cristianismo, tinham produzido livros a favor dos temas que se haviam proposto ridicularizar. Estiveram de acordo em que depois de investigar toda a evidência como peritos legais, não podiam honestamente senão aceitar o registro bíblico que estabelecia como certos ambos os temas.” (citação de Frederick P. Wood) O livro de Lorde Littleton intitulou-se “A Conversão de São Paulo” e o de West “A Ressurreição de Jesus Cristo.

O incrédulo Robert C. Ingersoll desafiou Lew Wallace, um agnóstico a escrever um livro que mostrasse a falsidade do registo a respeito de Jesus Cristo. Wallace empregou anos investigando o tema, com grande pesar da sua esposa, que era crente. Começou a escrever, e quando tinha terminado quase quatro capítulos, deu-se conta de que os registos referidos a Jesus Cristo eram certos. Caiu sobre os seus joelhos em arrependimento e confiou em Cristo como Senhor e Salvador. Mais tarde escreveu o livro “Ben Hur”, onde apresenta a Cristo como o divino Filho de Deus.

Frank Morison desejava escrever uma história de Cristo, mas já que não acreditava nos milagres, decidiu limitar-se aos sete dias que conduziam à crucificação. Não obstante, à medida que estudava os registos bíblicos, estendeu o tema até a ressurreição. Convencido agora de que Cristo tinha ressuscitado verdadeiramente, recebeu-O como seu Salvador e escreveu o livro “Quem Moveu a Pedra?” cujo primeiro capítulo se intitula “O Livro que se negou a deixar-se Escrever.

A Bíblia é viva e eficaz, e mais cortante do que toda espada de dois gumes. Ela mesma é sua melhor confirmação. Os que a atacam e ridicularizam devem confrontar-se com a possibilidade de que algum dia creiam nela e venham a ser os seus defensores mais devotos.



Tradução de Carlos António da Rocha

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