… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

30 de dezembro



C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
 30 de dezembro
“Como havia amado os Seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim.” (Jo 13:1, ARC, Pt)

Este facto é essencialmente uma promessa; pois o Senhor é o que foi, e será para todos os Seus amados o que foi para aqueles com quem conviveu na Terra enquanto a Lua dure.

“Havia amado”: Vede que milagre! Que Ele tenha amado os homens é uma maravilha. O que havia nos Seus pobres discípulos para que Ele os tivesse amado? O que há em mim?

Uma vez que Ele tenha começado a amar, é da Sua natureza continuar fazendo-o. O amor fez dos santos “os Seus”. Que título selecto! Ele comprou-os com sangue e eles vieram a ser o Seu tesouro. Sendo Seus, Ele não os perderá. Sendo Seus amados, não cessará de amá-los. Minh’alma, Ele não cessará de amar-te!

O versículo é muito bom como está: “até ao fim”. Mesmo até à Sua morte a paixão dominante do amor pelos Seus reinou no Seu sagrado seio. Também significa até ao máximo. Não podia amá-los mais: deu-Se a Si mesmo por eles. Alguns traduzem-no como até à perfeição. Verdadeiramente Ele derramou sobre eles um amor perfeito, no qual não havia mancha, nem falha, nem imprudência, ou deslealdade.

Assim é o amor do Jesus para com cada um dos que constituem o Seu povo. Cantemos ao nosso Bem Amado um cântico.



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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