… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

9 de dezembro


William MacDonald
Um dia de cada vez
9 de dezembro
“Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.” (1Co 15:57, ARC, Pt)

Nenhuma mente criada poderá jamais compreender a magnitude da vitória que o Senhor Jesus obteve na Cruz do Calvário. Venceu o mundo (Jo 16:33). Julgou a Satanás, o príncipe deste mundo (Jo 16:11). Triunfou sobre principados e potestades (Cl 2:15) e também venceu a morte que agora é sorvida na vitória (1Co 15:54-55, 57).

A Sua vitória é nossa. Como a vitória de David sobre Golias trouxe libertação a todo o Israel, assim o triunfo glorioso de Cristo é comunicado a todos os que Lhe pertencem. Portanto, podemos cantar com Horacio Bonar:

É nossa a vitória!
Por nós, com poder, o Poderoso surgiu;
Por nós, a batalha pelejou, e o triunfo ganhou;
É nossa a vitória.

“Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” (Rm 8:37-39, ARC, Pt)

Guy King contava de um rapaz que estava na estação de ferrovia quando se deteve o comboio que trazia de volta à equipa local de futebol depois de uma partida importante. O rapaz aproximou-se correndo para a primeira pessoa que desceu do comboio e perguntou-lhe quase sem fôlego: “Quem ganhou?” Então pôs-se a correr pela plataforma da estação, gritando extasiado: “Ganhámos, ganhámos!” Enquanto o sr. King olhava, pensou para si mesmo: “Na verdade, o que é que ele fez para participar na vitória? O que é que ele teve a ver com a partida no campo de jogo?” A resposta, naturalmente, é nada, absolutamente.” Mas por pertencer à mesma cidade, identificava-se com a equipa da cidade e reclamava a vitória como sua.

Ouvi uma vez de um francês que passou da derrota para a vitória por mudar de cidadania. Isto ocorreu quando Wellington, chamado o “Duque de Ferro”, obteve a sua ilustre vitória sobre Napoleão em Waterloo. No princípio, o francês estava ligado à derrota, porém, no dia que se tornou cidadão britânico, pôde reclamar a vitória de Wellington como sua.

Por nascimento, todos somos súbditos do reino de Satanás, e portanto estamos do lado dos perdedores. Contudo, no momento em que escolhemos Cristo como Senhor e Salvador, passamos da derrota para a vitória!


Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: