… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 18 de dezembro de 2016

18 de dezembro



Oswald Chambers
My Utmost for His Highest
18 de dezembro   “A prova da fidelidade”

“Sabemos que todas as coisas contribuem juntamente, para o bem daqueles que amam a Deus,…” (Rm 8:28, ARC, Pt)

Só uma pessoa fiel é que realmente crê que Deus controla soberanamente as suas circunstâncias. Tomamos as nossas circunstâncias para Lhas concedermos, dizendo que Deus está no controle, mas realmente não cremos nisso. Atuamos como se as coisas que acontecem fossem completamente controladas pelas pessoas. Para se ser fiel em todas as circunstâncias significa que temos apenas uma lealdade, ou objeto da nossa fé— o Senhor Jesus Cristo. Deus pode fazer com que as nossas circunstâncias, subitamente, se desmoronem, o que pode produzir a nossa compreensão da nossa infidelidade para com Ele por não reconhecermos que Ele havia ordenado a situação. Nós nunca percebemos o que Ele estava tentando realizar, e que esse facto exato nunca será repetido na nossa vida. Este é o lugar em que a prova da nossa fidelidade aparece. Se aprendermos a adorar a Deus precisamente, até mesmo durante as circunstâncias difíceis, Ele mudá-las-á para melhor, muito rapidamente, se Ele assim o desejar.

Ser fiel a Jesus Cristo é a coisa mais difícil que tentamos fazer presentemente. Seremos fiéis ao nosso trabalho, em servir os outros, ou em qualquer outra coisa, só não nos peçam para sermos fiel a Jesus Cristo. Muitos cristãos tornam-se muito impaciente quando falamos de fidelidade a Jesus. O nosso Senhor é destronado mais deliberadamente por obreiros cristãos do que pelo mundo. Nós tratamos Deus como se Ele fosse uma máquina projetada apenas para nos abençoar, e pensamos em Jesus como apenas mais um dos obreiros.

A meta da fidelidade não é que nós façamos trabalho para Deus, mas que Ele estará livre para fazer a Sua obra através de nós. Deus chama-nos para o Seu serviço e coloca enormes responsabilidades sobre nós. Ele não espera queixas da nossa parte e não oferece nenhuma explicação da parte dEle. Deus quer usar-nos como Ele usou o Seu próprio Filho.


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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