… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 2 de julho de 2017

2 de julho

Aos Pés Do Mestre
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras de
C. H. Spurgeon

2 de julho A VIDA DE ORAÇÃO

Orando, em todo o tempo, com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica, por todos os santos.” (Ef 6:18, ARC, Pt)


Algumas orações tomam a forma de ações, e uma obra pode ser um ato de oração. Amar aos nossos semelhantes e desejar o seu bem é um tipo de oração prática consolidada. Dar esmolas pode ser uma oração, ou pregar o evangelho, ou tratar de ganhar a um extraviado, ou carregar um menino nos teus joelhos e falar-lhe do Salvador. Tais atos são, com frequência, as orações mais aceitáveis. Mas para atuar assim, também deves derramar com palavras o teu coração ante o Senhor. E quando não podes fazer isto, é igualmente doce se tão somente O olhas, e como os lírios derramam a sua fragrância ante Aquele que os criou, assim mesmo tu, inclusive sem falar, adoras a Deus com essa profunda adoração que é demasiada eloquente para ser expressadas com palavras; essa cercania santa que, ao ser tão íntima, não necessita dos sons, não vá ser que estes rompam o encanto do silêncio divino que se estabelece. As poucas palavras, porém, o abundante fluir do espírito é uma boa combinação na oração. Uma oração bendita é prostrares-te ante Deus em silêncio, ou suspirares e chorares, ou gemeres segundo o Espírito te guie. Tudo isto é oração, qualquer que seja a forma que assuma, e é o sinal e a marca da vida de um verdadeiro crente.

Através da Bíblia num ano: 2Ts 1-3

 Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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