… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quinta-feira, 27 de julho de 2017

27 de julho


C. H. Spurgeon
Leituras Vespertinas

27 de julho

“Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus?” (Rm 8:33, ARC, Pt)

O MAIS bendito desafio! Quão incontestável ele é! Todos os pecados dos escolhidos foram postos sobre o grande Campeão da nossa salvação e eliminados pela expiação. Não há pecado registado no livro de Deus contra os Seus. Ele não vê pecado em Jacob nem iniquidade em Israel. Eles estão justificados em Cristo para sempre. Quando a culpa do pecado foi tirada, o seu castigo foi eliminado. Para o Cristão há nenhum castigo da mão de Deus irado, ou melhor, nem sequer um simples olhar carrancudo de justiça punitiva. O crente pode ser castigado pelo seu Pai, porém Deus, o Juiz, não tem nada para dizer ao Cristão, exceto: “Eu te absolvo; fica livre.” Para o Cristão, não há morte penal neste mundo, e, muito menos, uma segunda morte. Ele está completamente livre de toda a punição, como também da culpa do pecado, e, o poder do pecado é removido também. O pecado pode estar no nosso caminho e perturbar-nos com luta constante; mas o pecado é um inimigo dominado para cada alma unida com Jesus. Não há pecado que um Cristão não possa vencer, sempre que ele só confie no seu Deus para o fazer. Aqueles que vestem as roupas brancas nos Céus venceram pelo sangue do Cordeiro, e nós podemos fazer o mesmo. Nenhuma concupiscência é demasiado poderosa; nenhum vício é inexpugnável. Nós podemo-los vencer pelo poder de Cristo. Crês, Cristão, que o teu pecado é algo já condenado? Ele pode escoicear e lutar, mas ele está condenado a morrer. Deus tem escrito na sua fronte a palavra “condenado.” Cristo crucificou-o, “cravando-o na Sua cruz.” Vai agora e mortifica-o, e o Senhor ajudar-te-á a viver para Seu louvor, porquanto o pecado com todas as suas culpas, vergonhas e receios, morreu.

“Há perdão para as transgressões passadas,
Não importa quão negro seja o seu aspeto;
E, ó minh’ alma, por um desígnio maravilhoso,
Para os pecados por nascer há perdão também.”

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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