… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sábado, 19 de agosto de 2017

19 de agosto

Oswald Chambers
“My Utmost for His Highest”

19 de agosto A consciência de mim mesmo

“Vinde a mim …” (Mt 11:28, ARC, Pt)

Deus quer que vivamos uma vida plena em Cristo Jesus, mas há ocasiões em que essa vida é atacada pelo lado de fora. Então, temos tendência para recorrer à introspecção, um hábito que nós pensávamos que tinha desaparecido. A consciência de nós mesmos é a primeira coisa que vai transtornar a plenitude da nossa vida em Deus, e a consciência de nós mesmos produz continuamente o sentido de luta e de tumulto nas nossas vidas. Ser consciente de mim mesmo não é pecado, e isso pode ser produzido por emoções nervosas ou por de repente ter de enfrentar totalmente um novo conjunto de circunstâncias. No entanto, a vontade de Deus é que devemos estar absolutamente completos nEle, nada menos. Qualquer coisa que perturbe o nosso descanso nEle deve ser imediatamente retificado, e ela não é corrigida por ser ignorada, mas apenas por nos chegarmos a Jesus Cristo. Se nós nos chegarmos a Ele, pedindo-Lhe que produza em nós a consciência de Cristo, Ele sempre o fará, até que na íntegra aprendamos a permanecer nEle.

Nunca permitas que algo que divide ou destrói a unidade da tua vida com Cristo permaneça na tua vida, sem o enfrentares. Guarda-te de permitir que a influência dos teus amigos ou das tuas circunstâncias dividam a tua vida. Isto só serve para minar a tua força e para retardar o teu crescimento espiritual. Toma cuidado com tudo o que possa dividir a tua unidade com Ele, sendo causa de que tu te vejas a ti mesmo na qualidade de separado dEle. Nada é tão importante quanto permaneceres bem espiritualmente. E a única solução é muito simples— “Vinde a Mim ...” A profundidade intelectual, moral e espiritual da nossa realidade como pessoa é testada e medida por estas palavras. No entanto, em cada pormenor das nossas vidas em que não somos genuínos, preferimos discutir os vereditos do que irmos a Jesus.


 Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizado exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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