… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 27 de agosto de 2017

27 de agosto



William MacDonald

Um dia de cada vez

27 de agosto

“SENHOR, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte?... Aquele que jura com dano seu, e contudo não muda.” (Sl 15:1 e 4, ARC, Pt)

No Salmo 15, David descreve a pessoa que reúne os requisitos para ser um companheiro do Deus Grande. Um dos aspectos do carácter deste homem é que mantém a sua palavra, até à custa de si mesmo. Se faz uma promessa ou um compromisso, permanece leal e fiel.

Temos, por exemplo, um cristão que está vendendo a sua casa. Vem o comprador e acorda pagar o preço convencionado. O vendedor fecha o negócio. Antes de assinar os papéis, alguém lhe oferece mais €5000 pela casa. Legalmente, possivelmente, o vendedor pode rechaçar a primeira oferta e ganhar assim €5000 mais na transação. Mas, moralmente está obrigado a permanecer fiel à palavra dada. O seu testemunho como cristão confiável está em jogo.

Temos aqui a outro crente que tem um dente do siso infectado. O seu dentista envia-o a um cirurgião que lhe trata o dente com um antibiótico, depois vai a uma consulta para a extracção. Depois de dar testemunho do Senhor ao cirurgião, o cristão deixa a consulta. De regresso a casa encontra um amigo que lhe diz quem lhe pode extrair o dente do siso pela metade do preço. Sem dúvida pode pagar ao cirurgião pela obra já feita e depois ir ao outro dentista. Mas deve fazê-lo?

Sue acaba de aceitar um convite de um casal de anciãos para ir jantar. De repente, soa o telefone e convidam-na para um jantar à beira mar com um grupo de jovens da sua idade. Agora sente que está entre a espada e a parede. Não quer decepcionar o casal de anciãos, todavia ela deseja desesperadamente estar com os jovens.

A decisão é frequentemente mais difícil quando estão em jogo grandes quantidades de dinheiro. Mas nenhuma soma de dinheiro nos deve induzir a romper uma promessa, cancelar um compromisso, desacreditar o nosso testemunho cristão e desonrar o Nome do Senhor. Não importa qual seja o custo, devemos demonstrar a falsidade do comentário sarcástico de Voltaire: “Quando se trata de dinheiro, todos os homens são da mesma religião.”

 

O homem de Deus “cumpre sempre o que promete, custe o que custar” (Today's English Version - TEV); e “guarda uma promessa ainda que isto o arruíne.” (Living Bible -LB)



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizado exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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