… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 13 de agosto de 2017

13 de agosto


“Aos Pés Do Mestre”
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras 
de
C. H. Spurgeon

13 de agosto CRISTO E A SUA PERFEIÇÃO

Estão ao pé de Deus, o juiz de toda a Humanidade, e junto dos espíritos das pessoas justas que já foram aperfeiçoadas.” (Hb 12:23, BPT, Pt)

Possivelmente o ponto principal pelo que Cristo receberá a glória será a absoluta perfeição de todos os Santos. Eles estarão “sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante” (Ef 5:27). Ainda não experimentamos o que é a perfeição e, portanto, quase não a podemos conceber; consideramos os nossos pensamentos muito pecaminosos para que nos possam oferecer uma ideia completa do que deve ser a perfeição absoluta. Mas não teremos pecado em nós, porque nos apresentaremos “irrepreensíveis” perante o trono de Deus (Ap 14:5), e nunca mais nos sentiremos propensos a pecar. A vontade não estará inclinada à maldade, mas sim estará para sempre centrada no que é bom. Os sentimentos nunca mais serão egoístas; estarão submetidos a Cristo. Nunca se equivocarão. Não haverá doce ou amargo, serão “Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai” (Mt 5:48), e na verdade, irmãos, Aquele que faz estas coisas em nós parecer-nos-á maravilhoso. Adoraremos e admiraremos a Cristo pelos Seus grandiosos resultados. Ó, Mestre todo-poderoso, com que estranha mescla trabalhaste para converter este homem inclinado à morosidade numa grande massa de amor! Como trabalhaste com este monstro de cobiça, só interessado no seu próprio benefício, para que passasse a encontrar todo o seu benefício em Ti? Como venceste esse espírito orgulhoso, esse espírito inconstante, esse espírito preguiçoso, esse espírito luxurioso, como lhe concerte isso para eliminar tudo isso? Como extirpaste do Teu redimido a raiz principal do pecado, e cada pequena raiz de pecado que ficou, de modo que nem sequer ficasse uma pequena radícula?



Através da Bíblia num ano: Hb 10-11

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizado exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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