… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 25 de setembro de 2016

25 de setembro

Aos Pés Do Mestre
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras 
de
C. H. Spurgeon
25 de setembro – POR QUE TENHO TEMOR?

E destruirá neste monte a máscara do rosto, com que todos os povos andam cobertos, e o véu, com que todas as nações se escondem. Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor Jeová as lágrimas de todos os rostos, e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra; porque o Senhor o disse" (Is 25:7-8, ARC, Pt)

Bem, irmãos, tão certo como o Senhor ressuscitou, assim ressuscitarão todos os santos para uma vida gloriosa de seus corpos, enquanto que a vida das suas almas não deixou de ser (=existir) nem sequer por um instante. Neste sentido Ele conquistou a morte e desde aquela vitória memorável Cristo em cada dia vence a morte, pois dá do Seu Espírito aos santos, e ao terem o dito Espírito dentro deles, enfrentam o seu último inimigo sem temor algum; com frequência enfrentam-no com canções; com maior frequência, quiçá, ainda o enfrentam com um rosto calmo e dormem em paz. Morte, não te temerei; por que haveria de fazê-lo? Pareces um dragão mas já não tens aguilhão. Os teus dentes estão quebrados, leão velho; por que haveria de temer-te? Sei que já não és capaz de me destruir, mas sim que te enviaram como mensageiro para me conduzir às portas de ouro por onde entrarei e cara a cara verei para sempre o meu Salvador. Alguns santos antes de morrer hão dito que o seu leito de morte foi o melhor que tiveram nas suas vidas. Muitos deles perguntaram: “Diz-me, minh’alma, isto é a morte?” Morrer foi algo tão diferente do que esperavam, tão tranquilo e gozoso; sentem-se tão livres de toda a carga, sentem-se tão aliviados em vez de se sentirem afligidos, que se questionaram se esse é o monstro que temeram durante toda a sua vida. Amados, nosso Senhor exaltado venceu a morte em todos estes sentidos!



A Bíblia, do princípio ao fim, num ano: Pv 1-3


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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