… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 27 de setembro de 2016

27 de setembro

 Aos Pés Do Mestre
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras 
de
C. H. Spurgeon
27 de setembro – O RISCO QUE CORREMOS É LIMITADO

Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus.” (2Co 5:1, ARC, Pt)

A confiança que Paulo tinha de que se o seu corpo se desfizesse não perderia nada, o impediu de se desanimar. Ele sabia o que era o pior e preparou-se para isso. Fora desencadeavam-se grandes tormentas mas o apóstolo conhecia o limite da sua possível perda, e assim estava preparado. Tudo o que podemos perder é a frágil casa terrestre deste tabernáculo em que vivemos. Não existe nenhuma possibilidade de que percamos mais do que isso. Quando o homem sabe que o risco que corre é limitado, isto acalma a sua mente. As coisas indecifráveis e inescrutáveis são os piores ingredientes do pânico e do temor: quando podes controlar os teus temores, venceste-os. O apóstolo sabia que estava neste mundo com o nobre propósito de glorificar a Deus, de ganhar almas e de edificar os santos, e estava resolvido a cumprir o ministério que lhe havia sido encomendado. Disse a si mesmo que o seu pior curso seria desanimar na vida de serviço, já que o maior risco que podia implicar a perseverança na sua chamada era a morte, e isso ele o considerava como perder a casa terrestre deste tabernáculo e ganhar uma mansão. O imperador romano podia-lhe cortar a cabeça, ou podiam apedrejá-lo até morrer, ou crucificá-lo como ao seu Mestre, mas não temia tais destinos! Para ele isso era só a destruição da sua velha casa terrestre deste tabernáculo; não afetava o seu espírito imortal; podia sorrir e cantar: “Pois os sofrimentos ligeiros e efémeros que agora padecemos produzem uma glória eterna que vale muitíssimo mais que todo o sofrimento.” (2C0 4:17)


A Bíblia, do princípio ao fim, num ano: Pv 7-9

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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