… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 25 de setembro de 2016

25 de setembro



C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
25 de setembro
“Se o SENHOR nos quisera matar, não aceitaria da nossa mão o holocausto e a oferta de manjares, nem nos mostraria tudo isto, nem nos deixaria ouvir tais coisas neste tempo.” (Jz 13:23, ARC, Pt)

Este é um tipo de promessa deduzida pela lógica. É uma inferência obtida com imparcialidade a partir de factos indagados. Não era provável que o SENHOR tivesse revelado a Manué e à sua esposa que lhes nasceria um filho, e não obstante, que tivesse no Seu coração o propósito de os destruir. A esposa raciocinou bem e nós faríamos bem se seguíssemos o seu raciocínio.



O Pai tem aceitado o grande sacrifício do Calvário, e Ele mesmo Se tem declarado completamente satisfeito com ele; como é possível que, agora, Ele nos queira matar? Para quê um substituto, se o pecador tiver ainda de perecer? O sacrifício que Deus Pai aceitou de Jesus põe um fim ao temor.



O SENHOR tem-nos mostrado a nossa eleição, a nossa adoção, a nossa união com Cristo, as nossas bodas com o Bem-Amado: como pode Ele agora destruir-nos? As promessas estão carregadas de bênçãos que exigem que sejamos preservados para a vida eterna. Não é possível para o SENHOR rejeitar-nos e ainda cumprir o Seu pacto. O passado dá-nos segurança e o futuro no-lo torna a dar. Não morreremos, mas viveremos, porquanto temos visto a Jesus, e nEle temos visto o Pai por meio da iluminação do Espírito Santo. Por causa desta visão vivificante temos de viver eternamente.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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