… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 16 de outubro de 2016

16 de outubro


Aos Pés Do Mestre
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras 
de
C. H. Spurgeon
16 de outubro –  SEMELHANTES A DEUS

“Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para, por todos os meios, chegar a salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser, também, participante dele.” (1Co 9:22-23, ARC, Pt)

Desejar a salvação dos outros faz-nos semelhantes a Deus. Desejamos o bem-estar dos homens? Deus deseja-o. Desejamos livrá-los do inferno? Dia após dia, Deus leva a cabo essa obra de graça. Podemos dizer que não nos comprazemos com a morte daqueles que morrem? O SENHOR declarou isso mesmo num dos Seus juramentos. Choramos pelos pecadores? Também não chorou por eles o Filho de Deus? Trabalhamos para que se convertam? Não morreu Ele para que possam viver? És semelhante a Deus se no teu espírito arde esta paixão.



Esta é uma expressão do teu amor a Deus, assim como do teu amor para com os homens. Ao amarmos o Criador sentimos misericórdia pelas Suas criaturas caídas e um amor benévolo para com as obras das Suas mãos. Se amamos a Deus, sentimos o que Ele sente, e ao considerar os mistérios do juízo, não podemos permitir que aqueles que Ele criou se percam para sempre.



Quando amamos a Deus, lamentamos que o resto dos homens não O ame também. Inquieta-nos ver que o mundo inteiro está sob o maligno, inimizado com o seu Criador, pelejando contra Aquele que é o único que pode abençoá-los.



Se amamos os outros devemos, assim como Paulo, ser sábios para atrai-los, sábios para persuadi-los, sábios para convencê-los, sábios para animá-los; temos de aprender a utilizar os meios ao nosso alcance e descobrir em nós os talentos que de outro modo teriam ficado enterrados, se o desejo fervoroso de salvar os homens não tivesse removido o chão.



A Bíblia, do princípio ao fim, num ano: Is 5-8

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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