… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

19 de outubro

C. H. Spurgeon
Livro de Cheques do Banco da Fé
19 de outubro

“Castigar-te-ei com medida.” (Jr 30:11, ARC, Pt)

Ser deixado sem correção seria um sinal fatal: demonstraria que o SENHOR haveria dito: “É dado a ídolos; deixa-o.” Que Deus nos conceda que nunca seja esta a nossa porção! A prosperidade ininterrupta é algo que deve causar-nos medo e tremor. Deus repreende e disciplina a todos aqueles a quem ama ternamente, mas, permite que aqueles pelos quais não tem estima, engordem sem temor, como novilhos destinados ao matadouro. É em amor que o nosso Pai celestial usa a vara nos Seus filhos.

Ainda é preciso ver que a correcção é “com medida”: Ele dá-nos o Seu amor sem medida, porém, o castigo é “com medida.” Assim como sob a antiga Lei nenhum israelita podia receber mais de “quarenta açoites menos um”, que garantia uma contagem cuidadosa e limitava o sofrimento; assim acontece com cada membro da casa da fé que é afligido: cada açoite é contado. É a medida da sabedoria, da simpatia e do amor, aquela que se ajusta ao nosso castigo. Longe de nós esteja o rebelar-nos contra os decretos divinos. SENHOR, se Tu estás a meu lado medindo as gotas amargas do meu cálice, é meu dever tomá-lo das Tuas mãos alegremente, bebê-lo, segundo o Teu mandato, dizendo: “Seja feita a Tua vontade.”

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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