… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

20 de outubro


Aos Pés Do Mestre
(At the Master’s feet),
Compilado por Audie G. Lewis
das obras 
de
C. H. Spurgeon

20 de outubro – PASSADO, PRESENTE E FUTURO

“Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que o que lavra alcançará ao que sega, e o que pisa as uvas ao que lança a semente.” (Am 9:13, ARC, Pt)

Quando as pessoas escutam o que Deus fez no passado, uma das coisas que dizem é: “Ah, mas isso foi há muito tempo.” Pensam que os tempos mudaram desde então. Outros, entre vós, dizeis: “Bem, considero essas coisas grandes prodígios, milagres. Não podemos esperar que aconteçam todos os dias.” Essa é a razão pela qual não as vemos na atualidade. Se tivéssemos aprendido a esperá-las, sem dúvida, as obteríamos, mas colocamo-las numa prateleira, como se fossem coisas fora do nosso estilo de religião moderada, como curiosidades da história das Escrituras. Cremos que essas coisas, embora certas, são prodígios da Providência, não as podemos imaginar como parte do trabalho ordinário do Seu poder maravilhoso. Rogo-vos, irmãos, que desprezeis essa ideia, que a tireis da vossa mente. Tudo o que Deus tem feito no Seu propósito de converter os pecadores deve considerar-se como um precedente, porque “A mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar, nem o seu ouvido agravado, para não poder ouvir” (Is 59:1, ARC, Pt). Deus mudou? Acaso não é Ele um Deus imutável, o mesmo ontem, hoje e sempre? Não é isto um argumento mais do que suficiente para pensar que o que Deus fez em algum momento o pode voltar a fazer? Inclusive, creio que devo ir um pouco mais adiante e dizer que o que Ele fez uma vez é uma profecia do que Ele fará outra vez, que se repetirão as poderosas obras que Ele levou a cabo nos tempos passados, e outra vez se cantará em Sião a canção do Senhor, e uma vez mais Ele será glorificado.



A Bíblia, do princípio ao fim, num ano: Is 21-24


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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