… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

domingo, 27 de novembro de 2016

27 de novembro de 1874 • As “armas secretas” do judeu Weizmann


27 de novembro de 1874 As “armas secretas” do judeu Weizmann


Mossinson, Einstein, Weizmann, Ussishkin (1921)
Chaim Weizmann forma-se em Química, pela Universidade de Friburgo, na Suíça, em 1899, e tornou-se professor da Universidade de Genebra, entre 1901 e 1903. Trabalhando na Universidade de Manchester, na Inglaterra, Weizmann desenvolveu a fermentação industrial, que permitiu a fabricação em larga escala de acetona, utilizada na indústria bélica.



Chaim Azriel Weizmann, nasce neste dia, 27 de novembro de 1874, em Molti, área que na atualidade se conhece como Bielorrússia. Estuda na Alemanha e Suíça, nas universidades de Berlim e Friburgo. É professor de química na Universidade de Genebra em 1901, e professor adjunto de bioquímica na Universidade de Manchester em 1904. Os fatos mais destacados na vida de Weizmann começam a desenvolver-se quando irrompe a I Guerra Mundial e Deus fez que saísse da Polónia e se fosse para Inglaterra. Enquanto desempenha o cargo de diretor dos laboratórios do Almirantado Britânico entre 1916 a 1919, o cientista adverte-se de que possivelmente os britânicos não iriam terminar a guerra vitoriosamente. E é assim porque se põe a realizar investigações de maneira incansável, terminando por descobrir e desenvolver um método para sintetizar a acetona.



A acetona é um líquido incolor, de aroma característico, muito volátil, preparado por destilação seca do acetato de cálcio, amplamente usada como dissolvente industrial. Os seus estudos com este fluido permitem-lhe descobrir um método para a sintetizar e extrair dela uma substância essencial na elaboração da cordite, um explosivo composto de algodão, pólvora e nitroglicerina, que se mistura com acetona. Com isto presta um serviço notável ao governo britânico durante os últimos anos da I Guerra Mundial. Weizmann foi agraciado em toda a nação pelo descobrimento deste segredo.



Durante os seus dias estudantis, Weizmann interessa-se pelo sionismo e passa a ser um dos primeiros líderes do movimento. Em junho de 1917 o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, David Lloyd George, promete retribuir-lhe o seu contributo espectacular na elaboração da cordite, e Weizmann pede, não para si pessoalmente qualquer benefício, mas pede como recompensa que o governo britânico proporcione um lar nacional geográfico ao Povo judeu. Weizmann participa das conversações que levam à proclamação em 1917 por parte do governo britânico da Declaração Balfour, que aprova o estabelecimento de «uma pátria nacional para o povo judeu» na Palestina. Entre 1921 a 1929 Weizmann é presidente da Organização Sionista Mundial, a qual atuou como força de equilíbrio entre aqueles que queriam um cumprimento imediato da Declaração Balfour e os britânicos e os árabes, que resistiam a qualquer manobra deste tipo.



A arma secreta extraída da acetona, converte-se no instrumento direto que finalmente levou pacientemente ao estabelecimento do Estado de Israel em 14 de maio de 1948. Weizmann pôde ver nisto parte do cumprimento da promessa dada por Deus em Ezequiel 37:14 (ARC Pt): “E porei em vós o Meu espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra, e sabereis que Eu, o Senhor, disse isto, e o fiz, diz o Senhor.” Weizmann é testemunha do cumprimento dramático desta profecia específica dada 2.500 anos antes.



Em 1925 inaugura a Universidade Hebraica de Jerusalém, e éi presidente da Agência Judaica para a Palestina, um organismo representativo dos interesses judaicos na zona sob as preceptivas autoridades britânicas; deste modo exerce alguma autoridade política sobre os residentes judeus da Palestina. Muda-se para a Palestina em 1934 e trabalha como diretor do Instituto de Investigação Daniel Sieff de Rehovot e como presidente da Universidade Hebraica de Jerusalém. Durante a II Guerra Mundial, é assessor honorário do Ministério de Fornecimentos britânico. Em 1948 Weizmann é nomeado presidente do governo provisório e no ano seguinte torna-se o primeiro Presidente do novo Estado de Israel, cargo que manteve até à sua morte, que ocorre em 9 de novembro de 1952



O Instituto Weizmann de Ciência, que incorpora o Instituto de Investigação Daniel Sieff, é fundado em 1949 e Weizmann é nomeado seu diretor. As suas investigações neste instituto, principalmente em agronomia, melhoraram a produção das colheitas, a gestão do solo e o desenvolvimento de alimentos proteicos.



Deus usa este ilustre sábio judeu para que se refunde o Estado de Israel e para que os judeus regressem à sua terra natal. O profeta Ezequiel é absolutamente preciso quando declarou: “Dize-lhes, pois: Assim diz o Senhor Jeová: Eis que eu tomarei os filhos de Israel de entre as nações, para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei à sua terra. E deles farei uma nação na terra, nos montes de Israel, e um rei será rei de todos eles; e nunca mais serão duas nações; nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos.” (Ez. 37:21, 22, ARC, Pt).



Outro capítulo de importância na pitoresca vida de Weizmann tem lugar durante a II Guerra Mundial. À época o cientista oferece os seus serviços ao governo dos Estados Unidos da América como conselheiro para a elaboração de uma borracha sintética, sendo aceito o seu oferecimento com beneplácito. Weizmann dá uma contribuição tão substancial no desenvolvimento da indústria da borracha, que se torna o fator chave da produção de guerra dos Estados Unidos.



As “armas secretas” do judeu Weizmann, a cordite e a borracha sintética, foram vitais no desenlace das duas Grandes Guerras Mundiais. É evidente que Deus motivou este primeiro Presidente eleito do Estado do Israel, para que desse ao mundo o presente destas duas “armas secretas”.


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Fontes Utilizadas:
Vários “Sítios” e enciclopédias na Internet e ainda algumas obras em papel.
Respigado daqui e dali.

Carlos António da Rocha

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