… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

3 de novembro

Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest
3 de novembro Um escravo de Jesus

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim…” (Gl 2:20, ARC, Pt)


Estas palavras significam a ruptura e o colapso da minha independência provocada pelas minhas próprias mãos, e a entrega da minha vida à supremacia do Senhor Jesus. Ninguém pode fazer isso por mim, eu tenho de fazer isso sozinho. Deus pode trazer-me até este ponto 365 vezes por ano, mas Ele não pode levá-lo a cabo. Isso significa quebrar a dura camada externa da minha independência pessoal de Deus, e a libertação de mim mesmo e da minha natureza em união com Ele, não seguir as minhas próprias ideias, mas a escolha da absoluta lealdade a Jesus. Quando estou nesse ponto, não há possibilidade de equívocos. Muito poucos de nós sabe qualquer coisa sobre a lealdade a Cristo ou entende o que Ele quis dizer quando disse: “..., Por minha causa” (Mateus 5:11). Isso é o que faz um santo forte.



Tenho sofrido esse quebrantamento da minha independência? Todo o resto é uma fraude religiosa. O único ponto para decidir— eu vou desistir? Vou entregar a Jesus Cristo, não colocando quaisquer condições de como o quebrantamento virá? Eu devo ser quebrado a partir da minha própria compreensão de mim mesmo. Quando eu chego a esse ponto, imediatamente a realidade da sobrenatural de identificação com Jesus Cristo tem lugar. E o testemunho do Espírito de Deus é claro— “Já estou crucificado com Cristo ...”



A paixão do Cristianismo surge porque deliberadamente renuncio aos meus próprios direitos e me torno um escravo de Jesus Cristo. Só quando o faço, começo a ser um santo.



Um estudante por ano que escute a chamada de Deus seria suficiente para Deus ter chamado à existência este Seminário de Instrução Bíblica. Este Seminário não tem nenhum valor como uma organização, nem mesmo academicamente. A única razão para que exista é para que Deus possa utilizar as nossas vidas. Poderá Ele usar-nos ou estamos mais interessados nas nossas ideias, daquilo que seremos no futuro?


Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.


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