… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

1 de dezembro


Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest

1 de dezembro “A Lei e o Evangelho”

“Qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos.” (Tg 2:10, ARC, Pt)

A lei moral não considera as nossas fraquezas como seres humanos, de facto, ela não toma em consideração a nossa hereditariedade ou fraquezas. Ela simplesmente exige que sejamos completamente retos. A lei moral nunca muda, seja para o de posição social mais elevado na sociedade, seja para os mais fracos do mundo. É permanente e eternamente a mesma. A lei moral, ordenada por Deus, não se faz fraca para o fraco, desculpando as nossas faltas. Ela permanece absoluta durante todo o tempo e pela eternidade. Se não temos conhecimento disso, é porque estamos menos do que vivos. Logo que nós percebemos isso, a nossa vida torna-se imediatamente uma tragédia fatal. E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri” (Romanos 7:9). No momento em que percebemos isto, o Espírito de Deus convence-nos do pecado. Até que uma pessoa não chega lá e vê que não há esperança, a Cruz de Cristo permanece absurda para ela. A convicção de pecado produz sempre uma consciência assustada, mantida em cativeiro pela lei. Ela faz com que uma pessoa fique sem esperança “... vendido sob o pecado” (Romanos 7:14 ). Eu, um pecador culpado, nunca poderei justificar-me perante Deus— é impossível. Há apenas um caminho pelo qual eu posso justificar-me perante Deus, e que é através da morte de Jesus Cristo. Eu preciso de me livrar da ideia subjacente de que eu posso estar sempre de bem com Deus por causa da minha obediência. Qual de nós poderia jamais obedecer a Deus até à perfeição absoluta!

Nós só começamos a perceber o poder da lei moral, uma vez que vemos que ela vem com uma condição e uma promessa. Mas Deus nunca nos coage. Às vezes, nós gostaríamos que Ele nos obrigasse a sermos obedientes, e em outras, gostaríamos que Ele nos deixasse em paz. Sempre que a vontade de Deus está no controlo completo, Ele remove toda a pressão. E quando deliberadamente escolhemos obedecer-Lhe, Ele chegará à mais remota estrela e até aos confins da terra para nos ajudar com todo o Seu poder omnipotente.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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