… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

13 de dezembro


C. H. Spurgeon

Livro de Cheques do Banco da Fé
13 de dezembro

“Mas acontecerá que ao cair da tarde haverá luz.” (Zc 14:7, ARC, Pt)

Estas palavras são surpreendentes, porque todas as coisas prenunciam que, vindo a tarde, haverá escuridão. Deus está acostumado a operar tão por cima dos nossos temores e tanto mais além das nossas esperanças, que ficamos grandemente maravilhados e impulsionados a glorificar a Sua soberana graça. Não, a obscuridade não estará connosco, como profetizam os nossos corações: ela não se aprofundará, até chegar a ser como a noite, mas, de repente, clareará como o dia. Jamais desesperaremos. Confiemos no Senhor nos piores tempos, pois Ele muda a escuridão da sombra da morte na claridade da manhã. Quando Faraó exigiu ao povo de Israel uma quantidade dobrada de tijolos, surgiu Moisés, e quando a tribulação abunda, estamos mais perto do seu fim.

Esta promessa deve ajudar-nos a ter paciência. Talvez que a luz da manhã não resplandeça totalmente, enquanto as nossas esperanças não estiverem completamente perdidas por termos aguardado todo o dia em vão. Para o malvado, o Sol põe-se quando ainda é de dia: para o justo, o Sol nasce quando ainda é de noite. Não poderemos esperar, com paciência, por aquela luz divina, que pode tardar em vir, mas pela qual, seguramente, valerá a pena termos esperado?

Vem, minha alma, segura a tua parábola e canta Àquele que te abençoará de tal maneira na vida e na morte, de uma maneira inigualável a tudo o que o Universo jamais tem visto e esperado, mesmo nas suas melhores horas.


Tradução de Carlos António da Rocha

****

Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

Sem comentários: