… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

7 de dezembro


Oswald Chambers 
My Utmost for His Highest

7 de dezembro “Arrependimento”
“A tristeza segundo Deus opera arrependimento, para a salvação...” (2Co 7:10, ARC, Pt)

A melhor convicção de pecado é descrita nas palavras:



Meus pecados, meus pecados, meu Salvador,

Como é triste, em Ti caem.



A convicção de pecado é uma das coisas mais invulgares que alguma vez acontece a uma pessoa. É o começo do entendimento de Deus. Jesus Cristo disse que quando o Espírito Santo vier Ele convencerá o mundo do pecado (ver João 16:8). E quando o Espírito Santo desperta a consciência de uma pessoa e a traz para a presença de Deus, não é a relação pessoal dela com as outras pessoas que a preocupa, mas a relação dela com Deus— “Contra Ti, contra Ti somente, pequei, e fiz o que a Teus olhos parece mal…” (Salmo 51:4). As maravilhas da convicção do perdão, o pecado, e santidade estão tão entrelaçados que só a pessoa que é verdadeiramente perdoada é que fica santa. Ela prova que está perdoada por ser o oposto do que eu era antes, pela graça de Deus. O arrependimento trás sempre uma pessoa ao ponto dela dizer, “Eu pequei.” O sinal mais seguro de que Deus está agindo na vida dela é quando a pessoa diz estas palavras a sério. Qualquer coisa menos que isto é simplesmente a tristeza por ter cometido erros tolos— um acto reflexo causado a si mesmo pelo desgosto.



A entrada no reino de Deus é feita através das súbitas dores lancinantes do arrependimento que colidem com a respeitável “bondade” do homem. Então, o Espírito Santo, que produz essas lutas, começa a formação do Filho de Deus na vida da pessoa (ver Gálatas 4:19). Esta nova vida irá revelar-se em arrependimento consciente seguido por santidade inconsciente, nunca o contrário. O fundamento do cristianismo é o arrependimento. Rigorosamente falando, uma pessoa não se pode arrepender quando ela opta— o arrependimento é um dom de Deus. Os antigos puritanos costumavam orar pel’ “o dom das lágrimas.” Se tu alguma vez deixas de compreender o valor do arrependimento, tu consentes a ti mesmo o permaneceres no pecado. Examina-te a ti mesmo para ver se tu te tens esquecido de como viveres verdadeiramente arrependido.



Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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