“Glória”, Billy Bray, “Ámen!”
“Billy” Bray era homem típico
dentre os vários obreiros cristãos, cujas palavras adornaram o Evangelho e
enriqueceram a literatura metodista. Era, a princípio um mineiro, lascivo e ébrio.
Lendo as “Visões” de Bunyan, ficou profundamente impressionado e tão mudado
pela conversão que dizia: “Dizem que eu sou louco, mas querem dizer que sou
alegre.” Por quarenta anos o seu corpo ágil movimentou-se em Cornwall, na
Inglaterra do século XIX, cantando, orando, gritando, pregando o Evangelho e a
proibição de bebidas alcoólicas não se incomodava com a pobreza ou dificuldade
e declarando que, quando levantava um pé, este parecia dizer “glória”, e,
quando levantava o outro, em seguida, parecia dizer “ámen.” Nas suas pregações
do santo Evangelho, raramente tomava, um versículo bíblico, mas começava-as com
o verso de um hino ou uma história. Meio milhão de exemplares da sua “Vida”
foram vendidos, e também foi traduzida para muitas línguas.
Carlos
António da Rocha
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Esta tradução é de
livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque
já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca
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