… Mas o melhor de tudo é crer em Cristo! Luís Vaz de Camões (c. 1524 — 1580)

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Uma vã aparência



Uma vã aparência
C. H. Spurgeon

Um espetáculo que se está esfumando é, em si mesmo, vão, quando é medido por esta vida mortal: “uma vã aparência.” Para um homem que não tem nenhuma esperança na outra vida, tudo é “vaidade de vaidades, tudo é vaidade.” Dentro da estreita circunferência deste pobre globo, não há nada que valha o suficiente para que um homem abra a sua boca e o peça ou o receba. Tomai o círculo mais amplo e maior dos Céus, e ali, dentro da ilimitada circunferência, há algo que tem de encontrar-se, que vale a pena encontrar! Se morais em Deus, tendes algo de substancial! Se morardes fora de Deus, então tendes “muito barulho para nada.” A vida é uma vã aparência quando é vivida à parte de Deus. 

In Sermão N.º 2346, “As vaidades da Terra e as verdades do Céu”(Earth’s Vanities and Heaven’s Verities), pregado na noite de quinta-feira, 7 de novembro de 1889, por Charles Haddon Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres, e lido também no domingo, 4 de fevereiro de 1894.

Tradução de Carlos António da Rocha

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Esta tradução é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente para uso e desfruto pessoal.

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