Uma vã aparência
C. H. Spurgeon
Um espetáculo que se está esfumando é, em si mesmo,
vão, quando é medido por esta vida mortal: “uma vã aparência.” Para um homem que não tem nenhuma esperança na outra vida, tudo é
“vaidade de vaidades, tudo é vaidade.” Dentro da estreita circunferência deste
pobre globo, não há nada que valha o suficiente para que um homem abra a sua
boca e o peça ou o receba. Tomai o círculo mais amplo e maior dos Céus, e ali,
dentro da ilimitada circunferência, há algo que tem de encontrar-se, que vale a
pena encontrar! Se morais em Deus, tendes algo de substancial! Se morardes fora
de Deus, então tendes “muito barulho para nada.” A vida é uma vã aparência quando é vivida à parte de Deus.
In Sermão N.º 2346, “As vaidades da Terra e as verdades do Céu”(Earth’s Vanities and Heaven’s Verities), pregado na
noite de quinta-feira, 7 de novembro de 1889, por Charles Haddon Spurgeon, no
Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres, e lido também no domingo, 4 de fevereiro
de 1894.
Tradução de Carlos
António da Rocha
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Esta tradução é de
livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque
já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca
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