Oração de Francisco de
Assis que não é dele
Oração que não é de Francisco de Assis*, mas que fica
sempre bem lembrar no dia do seu nascimento
Fazei de mim um instrumento da vossa paz!
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvida, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz !
Ó Mestre,
fazei que eu procure mais consolar que ser consolado,
compreender que ser compreendido,
amar que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
perdoando que se é perdoado e
é morrendo que se vive para a vida eterna!
* Esta oração é atribuída a Francisco de Assis, mas na
verdade, é de autoria de um desconhecido protestante francês do século XX. Foi
escrita, muito provavelemte, em 1917, no contexto da I Grande Guerra Mundial, e
foi publicada pela primeira vez em 1922 numa revista protestante francesa. No
ano seguinte, foi publicada num jornal dos Capuchinhos (um dos ramos dos
franciscanos) com o comentário: "Bem podia ser uma oração
franciscana". E, a partir daí ficou colada a Francisco de Assis, apesar da
sua estrutura poética não ter nada a ver com a poesia do tempo de Francisco
de Assis. O seu a
seu dono.
Giovanni di Pietro di Bernardone,
mais conhecido como São Francisco de Assis nascido, segundo alguns dos estudiosos
franciscanos, em Assis, 5 de julho de 1182 e falecido no dia de hoje, 3 de outubro de 1226.
Carlos António da Rocha
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ortografia seja respeitada na íntegra porque já está escrito com o Português do
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