Uma oração puritana
As profundidades
Dá-me
um arrependimento mais profundo,
Dá-me
horror pelo pecado,
E
grande temor pela sua aproximação;
Ajuda-me
simplesmente a fugir dele,
E
a decidir zelosamente que o meu coração
Será
somente Teu.
Dá-me
uma confiança mais profunda em Ti,
Para
que eu possa perder a minha vida para a achar em Ti,
A
base do meu repouso,
A
fonte do meu ser.
Dá-me
um conhecimento mais profundo de Ti,
Como
Salvador, Mestre, Senhor e Rei.
Dá-me
mais poder na minha oração privada,
Mais
doçura na tua Palavra,
Mais
firme aderência à Tua verdade.
Dá-me
mais santidade no meu falar, pensar, atuar,
E
não me deixes buscar a virtude moral longe de Ti.
Lavra
profundamente em mim, grandioso Senhor,
Celeste
Lavrador,
Que
todo o meu seja como um campo agricultado,
Com
as raízes da graça espalhando-se por toda a parte,
Até
que só Tu sejas visto em mim,
A
Tua beleza dourada como colheita de verão,
E
a Tua fertilidade como a abundância de outono.
Não
tenho outro Amo, senão a Ti,
Outra
lei senão a Tua vontade,
Nenhum
deleite, senão a Ti,
Nenhuma
riqueza senão a que tu me dás,
Nenhum
bem senão aquele que Tu hás abençoado,
Nenhuma
paz senão a que Tu me dás.
Eu
não serei nada senão o que Tu faças em mim,
Eu
não tenho nada, senão o que recebo de Ti,
Eu
não posso ser nada mais do que, em Tua graça, me adornas.
Esquadrinha-me
profundamente, querido Senhor,
E,
em seguida, enche-me até transbordar de água viva.
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Tradução de Carlos
António da Rocha
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Esta tradução é de
livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque
já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca
publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente
para uso e desfruto pessoal.
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