Apresentação do hino “There shall be showers of blessing” em português “Chuvas de graça”ou “Chuvas de bênçãos”
4 de julho de 1840 • Nascimento do cantor evangélico James
McGranahan autor da música do hino “There shall be showers of blessing” em
português “Chuvas de graça”ou “Chuvas de bênçãos”.
“E farei descer a chuva a seu tempo; chuvas de bênção
serão. E as árvores do campo darão o seu fruto, e a terra dará a sua novidade,
e estarão seguras na sua terra; e saberão que eu sou o SENHOR, quando eu
quebrar as varas do seu jugo e as livrar da mão dos que se serviam delas.” (Ez
34:26-27 ARC, PT)
HINO “THERE SHALL BE
SHOWERS OF BLESSING” em português “CHUVAS DE GRAÇA”ou “CHUVAS DE BÊNÇÃOS”
Letra: Daniel Webster Whittle, 1883
Música: James McGranahan
Tradução de: José Rodrigues (J.R.)
1
Deus prometeu com certeza
Chuvas de graça mandar;
Ele nos dá fortaleza,
E ricas bênçãos sem par
Coro
Chuvas de graça,
Chuvas pedimos, Senhor;
Manda-nos chuvas constantes,
Chuvas do Consolador.
2
Cristo nos tem concedido
O santo Consolador,
De plena paz nos enchido,
Para o reinado do amor.
3
Dá-nos, Senhor, amplamente,
Teu grande gozo e poder;
Fonte de amor permanente,
Põe dentro de nosso ser.
4
Faze os teus servos piedosos,
Dá-lhes virtude e valor,
Dando os teus dons preciosos,
Do santo Preceptor.
Tradução de: Salomão Luiz Ginsburg
Chuvas de bênçãos teremos:
É a promessa de Deus;
Tempos benditos veremos,
Chuvas de bênçãos dos céus.
Coro
Chuvas de bênçãos!
Chuvas de bênçãos dos céus !
Gotas benditas já temos;
Chuvas rogamos a Deus.
Chuvas de bênçãos teremos:
Vida, paz, gozo e perdão;
Os pecadores indignos
Graça dos céus obterão.
Chuvas de bênçãos teremos,
Manda-no-las, ó Senhor!
Dá-nos também o bom fruto
Desta palavra de amor.
Chuvas de bênçãos teremos,
Chuvas mandadas dos céus;
Bênçãos a todos os crentes,
Bênçãos do nosso bom Deus.
THERE SHALL BE SHOWERS OF BLESSING
1.
There
shall be showers of blessing:
This is
the promise of love;
There
shall be seasons refreshing,
Sent
from the Savior above.
Refrain
Showers
of blessing,
Showers
of blessing we need:
Mercy
drops round us are falling,
But for
the showers we plead.
2.
There
shall be showers of blessing,
Precious
reviving again;
Over the
hills and the valleys,
Sound of
abundance of rain.
3.
There
shall be showers of blessing;
Send
them upon us, O Lord;
Grant to
us now a refreshing,
Come,
and now honor Thy Word.
4.
There
shall be showers of blessing:
Oh, that
today they might fall,
Now as
to God we’re confessing,
Now as
on Jesus we call!
5.
There
shall be showers of blessing,
If we
but trust and obey;
There
shall be seasons refreshing,
If we
let God have His way.
HISTÓRIA DESTE HINO
Este hino, cujo título em inglês é THERE SHALL BE SHOWERS
OF BLESSING, foi escrito pelo Major Daniel Webster Whittle, em 1883, militar e
comerciante que se tornou evangelista e hinista. A melodia foi composta por
James McGranahan, que compartilhava o ministério de Whittle como músico, depois
da trágica morte de Philip Paul Bliss.
Ira David Sankey publicou o hino pela primeira vez, na
sua colectânea Gospel Hymns n.° 4 em 1883 e incluiu-o em todas as edições
seguintes. O nome da melodia apareceu desde sua primeira publicação. Seguiu-se
também a publicação do hino nas diversas edições do Sacred Songs and Solos, que
Sankey publicou na Inglaterra.
UM TESTEMUNHO ACERCA
DESTE HINO
Quando Howard Rutledge sobrevoava
o Vietname durante a guerra, o seu avião foi atingido e, por causa disso, foi
obrigado a saltar de pára-quedas, vindo a pousar sobre um pequeno vilarejo onde
foi feito prisioneiro de guerra. Durante sete longos anos recebeu as mais
cruéis torturas que se possam imaginar. Muitas vezes a sua alimentação não
passava de uma tigela de gordura de porco.
Ele estava sempre sozinho, num ambiente frio e sendo
torturado. Como fez para não enlouquecer? No seu livro “Na presença dos meus
inimigos” ele escreveu: “Eu queria falar sobre Deus, Cristo e a igreja. Mas em
Heartbreak (nome do campo de concentração), não havia pastor, nem professor da
escola dominical, nem hinário... Eu tinha negligenciado por completo a dimensão
espiritual da minha vida. Fui para a prisão para entender como a vida é vazia
sem Deus, por isso tive de reavivar as minhas lembranças e relembrar os dias da
escola dominical em Tulsa, Estado de Oklahoma, nos estados Unidos. Se eu não
conseguia ter uma Bíblia e nem um hinário, então tê-los-ia de reconstruí-los na
minha mente. Tentei, desesperadamente, recordar... corinhos evangélicos da
minha infância e hinos que cantávamos na igreja. As primeiras três dúzias de
hinos foram relativamente fáceis. Cada dia eu tentava relembrar um novo hino ou
uma nova passagem bíblica. Certa noite houve um temporal terrível – era a época
das monções – então um relâmpago muito forte cortou a energia eléctrica de toda
a prisão, deixando tudo nas trevas. Tinha estado procurando hinos na minha
mente e parei de fazê-lo para dormir quando a chuva começou. De repente,
comecei a sussurrar o hino ‘Chuvas de graça’, precisamente aquele de que me
havia esquecido completamente, desde que eu era criança”.
Chuvas de graça,
Chuvas pedimos, Senhor;
Manda-nos chuvas constantes,
Chuvas do Consolador.
“O inimigo sabia que a melhor maneira que havia de vencer
a resistência de um homem era espremer o seu espírito dentro de uma cela
solitária”. Howard escreveu: “Alguns dos prisioneiros de guerra, depois de
ficarem confinados a uma solitária, ficavam na posição fetal e acabavam por
morrer. Todos estes assuntos sobre as Escrituras e hinos podem parecer
cansativos para alguns, mas foi desta maneira que venci o nosso inimigo e
derrotei a força da morte que me cercava”.
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Fontes Utilizadas:
Vários “Sítios” e enciclopédias na Internet e ainda algumas obras em papel.
Respigado daqui e dali.
Carlos António da Rocha
Este
texto é de livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada
na íntegra porque já está escrito com o Português do Novo Acordo
Ortográfico e que não seja nunca publicado nem utilizado para fins
comerciais; seja utilizado exclusivamente para uso e desfruto pessoal.
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