"Sejam agradáveis as palavras da minha
boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e
Libertador meu!" (Sl 19:14, ARC, Pt)
As palavras da boca são uma brincadeira se o coração não as meditar. C. H. Spurgeon
Mas, Senhor, o que são as minhas
palavras?, o que são os meus pensamentos? Uns e outros são maus; o meu coração,
uma fonte de corrupção, e a minha língua, uma corrente poluída; e vou
apresentar um sacrifício assim a Deus? O animal coxo, ou cego, por mais que
noutros aspectos fossem limpos, eram sacrifícios abomináveis a Deus; quanto
mais se nós oferecermos animais que são imundos? E, contudo, Senhor, o meu
sacrifício não é melhor: palavras vacilantes, pensamentos errantes; nem uns nem
outros são apresentáveis perante Ti; quanto menos os pensamentos maus, as palavras
ociosas! Contudo, isto é o melhor que tenho. Há remédio? Se é que existe, está
em Ti, oh Senhor, é em Ti que devo buscá-lo e por isso o estou procurando em
Ti. Tu só, oh Senhor, podes santificar a minha língua; santifica o meu coração
para que a minha língua possa dizer, e o meu coração pensar, o que é aceitável
diante de Ti, sim, o que possa causar-Te deleite. Arthur Lake (Bishop), in
"Divine Meditations," 1629.
C. H. Spurgeon in “O
Tesouro de David”
Carlos António da Rocha
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Carlos António da
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