Uma oração puritana
Consagração e adoração
Eu
sinto o que é o céu, a fim de Te agradar,
e
para ser o que queres que eu seja.
Ó,
que eu fosse santo como Tu és santo,
puro
como Cristo é puro,
perfeito
como o teu Espírito é perfeito!
Estas,
creio eu, são as melhores ordens no Teu livro,
E
eu hei-de transgredi-las? Devo eu infringi-las?
Estou
sob tal necessidade, enquanto eu aqui viver?
Ai,
ai de mim que sou um pecador,
Que
ofendo a este Deus bendito,
que
é infinito em bondade e graça!
Ó,
se Ele me punisse pelos meus pecados,
Isto
não faria ir o meu coração tão profundamente
a
fim de O ofender;
Porém,
apesar de que eu peco continuamente,
Ele,
continuamente, repete a Sua bondade para comigo.
Às
vezes, sinto que eu poderia suportar qualquer sofrimento,
Mas,
como posso eu desonrar a este Deus glorioso?
O
que devo eu fazer para glorificar e adorar
o
melhor dos seres?
Ó,
que eu consagre a minha alma e o meu corpo
ao
Seu serviço,
sem
restrição, para sempre!
Ó,
que eu possa entregar-me a Ele,
de
um modo que nunca mais tente viver para mim mesmo!
Ou
tenha qualquer desejo ou afeição
que
não esteja perfeitamente conforme a Sua vontade e o Seu amor!
Porém,
ai de mim!, eu não consigo viver e não pecar.
Ó
que os anjos O glorifiquem incessantemente,
e,
se possível, prostrarem-se no chão
diante
do Santíssimo Rei do Céu!
Anseio
por suportar com eles durante um momento no louvor incessante;
Mas
quando eu tiver feito tudo o que posso para a eternidade
Eu
não serei capaz de oferecer mais do que
uma
pequena fração da homenagem
que
o glorioso Deus merece.
Dá-me
um coração cheio de amor divino, celestial.
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Tradução de Carlos
António da Rocha
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Esta tradução é de
livre utilização, desde que a sua ortografia seja respeitada na íntegra porque
já está traduzida no Português do Novo Acordo Ortográfico e que não seja nunca
publicada nem utilizada para fins comerciais; seja utilizada exclusivamente
para uso e desfruto pessoal.
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